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As cores de Tarsila do Amaral

As cores de Tarsila do Amaral no Masp (2)

Gente, vocês já visitaram a exposição da Tarsila do Amaral, que está em cartaz no Masp até 28 de julho? Eu fui e fiquei encantada. “Tarsila popular” faz parte do tema principal da programação do museu em 2019, “Histórias das mulheres, histórias feministas”. O objetivo é apresentar diferentes trabalhos protagonizados por mulheres para um público diverso, de todas as idades.

As cores de Tarsila do Amaral no Masp (2)
“Figura em azul” (1923)

Atualmente, por exemplo, além da mostra da Tarsila do Amaral, o Masp está com um acervo da Djanira superinteressante. Mas hoje eu quero falar de Tarsila. Os principais quadros dela vieram a São Paulo e muito se fala sobre o modernista “Abaporu” (1964), uma de suas obras mais conhecidas.

As cores de Tarsila do Amaral no Masp (2)
“Operários” (1933)

Mas para além do quadro – que faz parte do acervo do Malba, em Buenos Aires – a mostra vale a visita pois valoriza a beleza da arte brasileira. “A Boneca” (1928), com formas geométricas que lembram o cubismo e “Operários” (1933), que representa o imenso número e a diversidade racial das pessoas vindas de todas as partes do Brasil para trabalhar nas fábricas, são dois exemplos.

“A feira I” (1924)

Eu me apaixonei profundamente pelas cores que ela usa: supervivas e bem aplicadas à proporção dos objetos, como em “Brazilian Religion” (1927), uma obra de arte naïf maravilhosa. É um trabalho genial e, se fosse vocês, eu não perderia.

 

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