O MET Gala 2026 aconteceu recentemente e, como sempre, nos deu uma aula sobre tendências para este ano.
Com o tema deste ano propondo um diálogo entre moda e arte, o tapete vermelho foi tomado por referências à pintura, escultura e arquitetura, trazendo produções inspiradas em obras clássicas e movimentos artísticos.
Em sintonia com o tema do evento, “Costume Art” (A Arte do Vestuário), diversas celebridades apostaram em looks inspirados em obras icônicas e expressões artísticas consagradas. O dress code da noite, “Fashion is Art” (Moda é Arte), abriu espaço para produções dramáticas, conceituais e extremamente visuais.

A anfitriã do evento, a jornalista e ex-diretora da Vogue, Anna Wintour, apareceu com um look chanel super imponente, na cor Transformative Teal, eleita pela Coloro + WGSN, como cor de 2026. Outra tendência para 2026.

Se eu tivesse que resumir o red carpet do MET Gala 2026 em duas cores, seriam elas: preto e branco 🖤🤍
O mais interessante é que vimos essas cores sendo trabalhadas de formas completamente diferentes:
Entre os destaques, tivemos Anne Hathaway, Cara Delevingne, Katy Perry e Olivia Wilde apostando nessa estética mais monocromática e sofisticada.





Outra tendência muito presente no MET Gala 2026 foi o brilho.
Vimos:

Nicole Kidman apostou nos paetês, Serena Williams trouxe o metalizado e Rihanna apareceu com aplicações brilhantes e texturizadas.
Os tons nude também apareceram com força no red carpet do MET Gala 2026.

Essa estética mais neutra e elegante reforça algo que venho observando há algum tempo: as pessoas estão buscando menos excesso e mais autenticidade.
Kendall Jenner, Doja Cat e Ashley Graham apareceram com diferentes leituras dessa tendência.
Mas aqui entra um ponto importante: nude não é uma única cor. O nude ideal precisa respeitar temperatura, profundidade e intensidade da beleza da pessoa.
Em meio ao domínio do preto, branco e nude, uma cor roubou a cena: o amarelo lima.
A tonalidade apareceu trazendo modernidade, ousadia e frescor para o red carpet. Emma Chamberlain, Sarah Pidgeon e Alexa Chung apostaram na cor.

O amarelo lima tem uma característica muito interessante: ele chama atenção imediatamente. Por isso, funciona melhor em pessoas que sustentam intensidade e na beleza.
Na maquiagem, a tendência mais forte foi a chamada “make nada” também conhecida pela estética clean girl.
Ou seja:
As celebridades apareceram com: sombras discretas, boca hidratada, maquiagem monocromática em tons de nude e, claro, pele iluminada.

Essa estética conversa muito com o momento atual da beleza: menos transformação extrema e mais valorização da individualidade.
Se teve um produto que chamou atenção nas makes do MET Gala foi o blush rosa claro.
O blush apareceu trazendo um aspecto mais jovem, delicado e saudável para a pele.
O mais interessante foi observar como ele surgiu em diferentes profundidades de pele — desde peles claras até peles negras.

Com a estreia de O Diabo Veste Prada 2, só se fala dela:Anne Hathaway, uma das grandes estrelas da noite. E, para mim, ela também entregou um dos exemplos mais interessantes sobre contraste pessoal.
No look preto e branco usado por ela, conseguimos perceber claramente como o contraste altíssimo harmoniza super bem com sua beleza natural.
Quando observamos a imagem em preto e branco, fica evidente que a profundidade do vestido acompanha o contraste natural da atriz.


Já na simulação feita apenas com o vestido branco, a harmonia se perde um pouco.
Esse é um dos maiores aprendizados da coloração pessoal: não é apenas sobre usar uma cor bonita, mas entender se ela acompanha ou compete com a sua beleza natural.
No fim das contas, o MET Gala 2026 mostrou algo que a coloração pessoal já nos ensina há anos: tendência funciona melhor quando conversa com a beleza natural de quem usa.

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